primavera em mim
não sabia se era o frio que arrepiava-lhe o pescoço,
mas percebeu que o ar mais quente, que a primavera traz, tranformava o toque em algo muito mais sutil... como que uma extensão natural, mais verdadeira, entre aqueles dois corpos.
as idéias que a levavam para longe (e sempre a levavam), resolveu deixar de lado e viver aquele momento.
sim, estava feliz!
o mundo pareceu uma extensão do próprio ser, e dividiu em silêncio com o ser ao seu lado...
ali entendeu,
que é feliz, no momento em que vive cada momento.
Escrito por la bavarde às 22h11
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