Festa!

Escrito por la bavarde às 10h17
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e em frente...
por alguns instantes o chão desapareceu sob seus pés...
ao mesmo tempo que tudo o que constituía o status quo ia escorrendo pelo buraco, sentiu o peito aliviar...
enfim, livre.
tudo o que a oprimia tinha acabado de sair pela porta...
estava solta para fazer o que bem quisesse dali em diante. tão solta que dava até um pouco de medo...
mas lembrou que não é do tipo que sente medo. sussurrou um ok baixinho, e fechou a porta atrás de si.
em tirar-lhe o chão, devolveram-lhe o sonho...
e a crença em si mesma.
Escrito por la bavarde às 14h36
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Mambembe...
No palco, na praça, no circo, num banco de jardim Correndo no escuro, pichado no muro Você vai saber de mim Mambembe, cigano Debaixo da ponte Cantando Por baixo da terra Cantando Na boca do povo Cantando Mendigo, malandro, muleque, mulambo bem ou mal Cantando Escravo fugido, um louco varrido Vou fazer meu festival Mambembe, cigano Debaixo da ponte Cantando Por baixo da terra Cantando Na boca do povo Cantando Poeta, palhaço, pirata, corisco, feirante judeu Cantando Dormindo na estrada, no nada, no nada E esse mundo é todo meu Mambembe, cigano Debaixo da ponte Cantando Por baixo da terra Cantando Na boca do povo Cantando
Escrito por la bavarde às 14h35
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Schiele

Escrito por la bavarde às 11h22
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Escrito por la bavarde às 11h20
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Abre os teus olhos...
"Não tenho nada a dizer E por favor Não tente me provocar Vivo em meu canto sozinho Curtindo meu pinho Sabendo esperar Não há mais nada a fazer Porque já dei de mim Tudo o que podia dar (...)"
(Paulinho da Viola)
Escrito por la bavarde às 11h01
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Deixa pra lá
"Deixa pra lá, coração Guarda uma outra esperança Solta esta velha ilusão de uma vez Dizem que o mundo é pequeno Teu sofrimento é que não Tudo porque te abandonas De tanto perdão, coração (...)"
(Paulinho da Viola)
Escrito por la bavarde às 11h00
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Bom Conselho
"Ouça um bom conselho Que eu lhe dou de graça Inútil dormir que a dor não passa Espere sentado Ou você se cansa Está provado, quem espera nunca alcança
Venha, meu amigo Deixe esse regaço Brinque com meu fogo Venha se queimar Faça como eu digo Faça como eu faço Aja duas vezes antes de pensar
Corro atrás do tempo Vim de não sei onde Devagar é que não se vai longe Eu semeio o vento Na minha cidade Vou pra rua e bebo a tempestade"
(Chico Buarque)
Escrito por la bavarde às 10h53
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Argumento
"(...)
Sem preconceito ou mania de passado Sem querer ficar do lado de quem não quer navegar
Faça como um velho marinheiro Que durante o nevoeiro Toca o barco devagar."
(Paulinho da Viola)
Escrito por la bavarde às 10h42
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