"Não há uma só vileza,
da qual eu tenha ouvido falar,
de que eu não me sentisse capaz."

(Goethe)

Escrito por la bavarde às 13h57
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(Kirchner)

Some days, it is just so hard to think highly of yourself...
it is just so hard to get through...

it is just so... hard.
all you wish is you could slow down, but everything just moves so fast,
and within this constant obssessive motion, you find yourself lost in speed.

tripping over things that are quite special, tripping over yourself.

tough...
tough days these are...

hope some good comes out of the bad.
hope a nice fall comes out of the tripping...

why? cause it gives you the chance to stand up again?

didn't I just mention the fact that I wish I could slow down?
rest. rest is what it is.

can I just be left alone? can I just be quiet for a moment?

I don't want a chance to stand up.

I want to be quiet.

quiet.

maybe the guilt will slip out in a well taken breath... of silence.



Escrito por la bavarde às 13h54
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e a realidade?

esse movimento, ora em direção a, ora em fuga da realidade, é claro no desenrolar da história da arte,
da representação da relação do pensamento humano e da vida que o cerca.

parece que toda vez que uma clareza muito grande da realidade humana nesse mundo acomete o artista de determinada época,
é quase certo dizer que virão movimentos que se especializam no extremo contrário, ora se aprofundando em verdades etéreas de um mundo, que não esse,
ora se enebriando em representar os grupos de pessoas, que por questão de privilégio material, não precisam, e justamente por isso insistem em não se relacionar com a realidade...

essa busca e percepção da realidade, ora se mostra uma busca perceptiva individual da relação entre o mundo e o sujeito pensante, criador,
ora se dá como consciência social, essa última na verdade, último exemplo de mergulho na realidade, aberta por goya e sua impossibilidade de não "olhar" a realidade por vezes mais real que o suportável a seus olhos, da guerra como consciência da opressão entre classes.

essa fase de mergulho na consciência social se extende até o fim do movimento moderno...
a repetição e simplificação da máquina, endossa a arte da preocupação social com o lema de simplificar para tornar acessível.
e como não poderia deixar de ser, esse movimento é sucedido por mais um mergulho para fora da realidade.

vêm as guerras, e os artistas fogem da realidade avassaladora, mergulhando em si próprios... está lançada a semente do que culminará no abstracionismo máximo de pollock.

mas...

pollock aconteceu há 50 anos. a europa já se reconstruiu, e a arte continuou abstrata.
enquanto fugimos do trabalho as 15h00 com medo do PCC,
o mundo está desmoronando lá fora, fora da cidade burguesa...

e a nossa arte representa mais do que nunca a alienação das nossas classes dominantes,
buscando acima de tudo um exercício estético, que se fecha em si mesmo numa busca obsessiva de uma quase espiritualização da superfície da matéria e da composição...
ou seja, supérfluo.

quando é que a arte vai voltar a olhar para a realidade miserável daqueles que nunca poderão sonhar em ser artistas?
quando é que a representação estética de vanguarda, que nasce de dentro das classes dominantes (como sempre nasceu), irá assumir o seu papel de vanguarda pensante e ao menos representar a realidade massacrante, que varre qualquer possibilidade de existência artístico-consciente para a grande maioria, base produtiva, da nossa realidade enquanto organização social entre os homens?

hoje eu me deixo essa pergunta:

se o último movimento, que se dignou a olhar a realidade, fez ao menos o favor de pela primeira vez, reconhecer a disparidade entre as classes há 200 anos atrás,
será que já não é hora de um novo movimento surgir com uma nova proposta para essa realidade?

será que além de reconhecer a diferença e criar uma estética simplista, minimalista e acessível, não devem os artistas começar a propor para a massa, nada mais nada menos do que proporiam para si e seus iguais?

hoje eu me deixo essa pergunta.

(Goya)



Escrito por la bavarde às 19h35
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hmmmmmmmmm



Escrito por la bavarde às 16h53
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(by: Amanda Dafoe)



Escrito por la bavarde às 10h35
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sempre ela... dona lina



Escrito por la bavarde às 15h57
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guerra civil?


(fonte: UOL)

até onde vão dar esse tipo de liberdade a esses patifes?

estou indignada.

 



Escrito por la bavarde às 10h30
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schiele



Escrito por la bavarde às 18h11
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todo dia quando eu subo as escadas, minha garganta aperta...

olho por entre a porta, e está tudo lá...
a mesa alta de trabalho, as tesouras, os moldes, tua letra escrita no papel, teu cheiro... tudo.
já não preciso nem olhar com atenção para ver tudo na mesma hora...
para me ver sentada no banco alto, tão pequena e os pézinhos balançando... giz e papel na mão...
pedindo a tesoura, que você não emprestava...

várias vezes engulo o choro. várias outras, entro e sento no mesmo banco...
e deixo a garganta apertada virar choro.. e ele vem e quase me sufoca...

aí, me dá uma saudade...
uma tristeza, que não tem solução. nem hoje, nem nunca. e nunca vai passar...
fico fingindo que você vai chegar... mas só posso fingir...

essa tristeza, ultimamente me invade também toda vez que eu fico feliz por isso tudo aqui...

toda vez que eu fico feliz por estar aqui, tenho medo de só estar aqui porque você não está... e isso me mata...
aí lembro que sinto sua falta pelo exemplo que vc foi... de força e generosidade...
e realizo que se você estivesse aqui eu poderia estar aqui também... isso jamais seria um problema...

aí, eu choro mais... porque imagino como teria sido bom... e agora quem te levaria pra tomar sorvete seria eu...

mas não vou te levar pra tomar sorvete... nunca mais.
nunca mais vou te ver... nunca mais vou te ouvir cantar... e isso me mata.

você nunca vai ver a beleza do que eu estou fazendo aqui... na tua casa.
você nunca vai ver como teria se orgulhado e participado, e até cantado...

quanto mais o tempo passa, tudo isso só fica pior,
porque eu nunca mais vou te ver, e o tempo só faz o tempo em que eu podia te ver ficar mais longe... e isso, me mata.

sinto muito a tua falta. e vou sentir pra sempre...
e se é verdade que um pouco de você continua vivo através de mim,
fico feliz que seja a lucidez e as letras inventadas de músicas estranhas...
não as esqueço jamais... e as vezes até me pego cantando sozinha...
aí eu choro... mas em meio às lágrimas, vêm fortes gargalhadas...

obrigada por pelo menos ter existido quando eu já existia.

 



Escrito por la bavarde às 15h32
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impossível?

Veja essas barras pela esquerda.
A do meio existe?




Esse cubo pode existir?
Que face está mais próxima?




Quantas patas tem esse elefante?




Quantas barras existem aqui?
7 ou 10?




A porta está aberta para frente ou para trás?




Onde é o topo dessas escadas?




São colunas redondas ou quadradas?




A água está subindo ou descendo?




E veja as figuras abaixo se elas podem ser reais.







fonte: café com bobagem



Escrito por la bavarde às 16h37
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when I said I'll take it

I meant
I meant as is...

(Ani DiFranco)



Escrito por la bavarde às 18h52
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pérolas de um levantamento

 

 



Escrito por la bavarde às 11h46
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(Klee)



Escrito por la bavarde às 22h19
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e ela me faz tão bem
ela me faz tão bem

que eu também quero
fazer isso por ela

(Lulu Santos)



Escrito por la bavarde às 22h13
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it whispers:

keep it together, baby...

just keep it together...



Escrito por la bavarde às 21h54
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